Feliz de quem tiver uma PEDRA em SAGRES

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Menires de Vila do Bispo

Base de Dados e Referências

Por Sebastião Philippes Martins Estacio da Veiga

VEIGA, E. da (1886) – Antiguidades Monumentaes do Algarve - Tempos Prehistoricos, vol. I. Lisboa: Imprensa Nacional, p. 87-96.

Menires, alinhamentos, cromlecks e dolmens (Vol. I p. 87-96)
«Na classe dos monumentos megalithicos[1] estão grupadas as mais typicas construcções da architectura prehistorica, formadas de grandes pedras toscas, comprehendendo os menhirs, alinhamentos, cromlecks e dolmens.»

Menhirs (Vol. I p. 87-89)
«O menhir é uma unica pedra tosca erguida a pino e cravada no solo, de fórma variavel e de diversas dimensões. D'estas pedras monumentaes consta existirem muitas in situ em todo o reino, mas ainda ninguem tratou de inventarial-as e descrevel-as[2].
São vulgares e numerosas em varios paizes da Europa. Em França, onde tudo se estuda, estão contados mil seiscentos trinta e oito menhirs, distribuidos por oitenta departamentos, sendo o maior d’entre todos o de Locmariaquer, no Morbihan, actualmente prostrado e feito em tres pedaços, o que não impede de se conhecer que, inteiro, media 21 metros de comprimento e 4 de espessura, sendo o seu enorme peso avaliado em 250:000 kilogrammas.
Estas pedras isoladas são attribuidas ao periodo neolithico e ás primeiras idades dos metaes, sendo possivel que algumas haja de tempos menos remotos. A sua significação tem sempre parecido problematica. Não se julga que tenham sido marcos territoriaes, por apparecerem a curtas distancias em regiões limitadas, ou isoladamente. A crença popular em varias localidades lhes attribue significações religiosas, a ponto de que algumas têem sido decoradas cum uma cruz ou uma imagem. Não são padrões funerarios, porque as excavações feitas no seu recinto não têem mostrado vestigios mortuarios, comquanto perto de certos tumuli e mesmo de dolmens se achem isoladas ou formando circuito.
O sr. de Mortillet julga os menhirs simplesmente commemorativos. No meu conceito, porém, é essencialmente mysteriosa a sua significação e muito arriscada a classificação, que se pretenda fazer relativamente aos tempos a que pertencem os que não se acham junto de outros monumentos, que possam fornecer criterios de epocha. Em seu logar descreverei os menhirs e pyramides das circumvizinhanças de Silves e da Cumeada de S. Bartholomeu de Messines, cujo lavor ornamental parece excluil-os do periodo neolithico.»

Alinhamentos (Vol. I p. 89-90)
«Os alinhamentos são construcções de megalithos ou menhirs, de dimensões e fórmas diversas, enfileirados e distanciados mais ou menos entre si, com uma extremidade cravada na terra ou apenas collocados sobre o solo. Simples ou singelo é o que consta de uma unica fileira de menhirs, ou de grandes penedos, e compostos os que são formados de duas ou mais fileiras parallelas, collocadas a distancias de largura variavel. O grande alinhamento composto de Carnac, no departamento de Morbihan, em França, termina excepcionalmente por um hemicyclo que liga as suas extremidades com a da primeira e ultima fileira, e correm em tres secções separadas por espaços em aberto, n’uma extensão de 3 kilometros, as suas onze fileiras com mil cento e vinte menhirs. Ha, porém, outros alinhamentos de curta extensão em França, distribuidos por quinze departamentos, em Inglaterra e n’outros paizes; uns que se julga pertencerem á ultima idade da pedra e outros á idade do bronze.
Ainda não se póde hoje affirmar qual fôra o destino de taes construcções. Julgou-se a principio que seriam cemiterios, em que cada pedra indicasse um ou mais enterramentos; mas diversas excavações junto dos menhirs confirmaram o contrario, não mostrando vestigios mortuarios. A idéa que mais geralmente se attribuia na Europa a esses monumentos, propendia a julgal-os campos de reunião publica, em que se tratavam os assumptos mais graves e se procedia á eleição dos chefes e grandes mandatarios da nação, ou em que se praticavam solemnidades religiosas. O sr. de Mortillet considera-os como podendo ter sido campos commemorativos, em que cada pedra representasse uma acção notavel, um individuo, uma data. É porém possivel, alargando ainda mais a liberdade da conjectura, que fôssem, com preferencia ás outras hypotheses, campos de combate, e que cada pedra servisse de abrigo a um combatente contra o ataque dos inimigos, por isso que na Bretanha e n’outras partes se têem achado em substituição de menhirs extensas barreiras á feição de entrincheiramento. No Algarve não achei nem me consta que haja algum d’estes monumentos.»

Cromlecks (Vol. I p. 90-91)
«Os cromlecks são construcções monumentaes prehistoricas, em que os menhirs, geralmente de menores dimensões, ou pedras assentes no solo, se acham em figura circular, oval ou rectangular, e é esta a feição do cromleck simples. Ha, porém, muitas variedades n’estas construcções, até o ponto de serem assaz complicadas. Ha cromlecks compostos, de duas e mais ordens paralelas de menhirs, com uma d’estas pedras servindo de centro a outros a curta distancia entre si, circumdados por um cromleck simples, como era ainda em 1713 o d’Avebury, em Wiltshire. Finalmente, mais algumas variantes na fórma são ainda indicadas em Inglaterra, na Scandinavia e n’outros paizes.
A significação d’estes monumentos envolve tantas duvidas e incertezas, como a dos menhirs isolados e a dos alinhamentos.
Varias circumstancias, porém, têem deixado persuadir que podessem ter sido logares fortificados e de abrigo contra invasões inimigas; pois tanto o grande cromleck de Avebury como o de Stone-Henge, perto de Salisbury, em Inglaterra, estão construidos em plan’altos, que dominavam os campos adjacentes, e circumdados de largo fôsso, defendido por elevadas barreiras nos seus bordos.
Os historiadores inglezes inclinam-se a considerar estes monumentos como logares destinados á administração da justiça, aos negocios importantes da nação, e talvez mesmo ao culto religioso, referindo Martin e Wormius, que ainda na segunda metade do seculo XIV, os nobres do norte elegiam os seus principes reunindo-se em circulos de pedra. Perto de Upsal, diz-se existir ainda o circuito de pedras em que Erico foi proclamado rei da Suecia. King, na sua obra Monumenta antiqua, affirma que os mesmos usos foram seguidos durante muito tempo na Irlanda e na Escocia. Seja porém qual fôr a força d’estas hypotheses, nada com certeza se póde affirmar.
No Algarve, já muito depois das explorações que dirigi por incumbencia do governo, recebi noticia de haver no cabeço de uns serros da freguezia de Vaqueiros algumas pedras altas, cravadas no solo e verticalmente erguidas. Não tenho informações de confiança a este respeito e por isso, embora as que recebi me possam inspirar a presumpção de haver alli um ou mais cromlecks, não ouso affirmar cousa alguma. Devo porém desde já indicar na freguezia serrana de Vaqueiros o elemento neolithico, em presença de uma collecção, que em seu logar descreverei, de silices lascados e de interessantes instrumentos de pedra polida alli achados em excavações ruraes, pertencentes ao sr. Antonio de Paulo Serpa, empregado na direcção das obras publicas do districto de Faro.»

Antas ou dolmens (Vol. I p.96)
«No Algarve, com vestigios apparentes não ha ver um unico dolmen, e comtudo, como a principio disse, parece ter havido alguns. Vou portanto expender os fundamentos d’esta presumpção.
Quatro logares indiquei na carta prehistorica com signaes correspondentes a antas ou dolmens apparentes, já destruidos: são o cabo de S. Vicente, a serra de Monchique, a Ponta do Altar (Portimão) e o sitio das Antas, no concelho de Tavira. Depois de estar impressa a carta, annunciou-me o meu amigo e distincto conterraneo, o sr. Francisco de Mello Corrêa Leotte, haver um outro sitio denominado Antas, perto de Albufeira.»


[1] Diz-se ser este termo derivado do prefixo mega, que significa grande, e de lithos, pedra.

[2] Depois de escripto este capitulo, veiu á minha mão um trabalho impresso em 1881 na tyographia Lallemant, intitulado : Relatorio e mappas ácêrca dos edifícios que devem ser classificados monumentos nacionaes, apresenlados ao governo pela real associação dos architectos civis e archeologos porluguezes, em conformidade da portaria do ministerio das obras publicas de 24 de outubro de 1880. Este relatorio, servindo de resposta á portaria, dividiu os monumentos nacionaes (?) em seis classes, e na ultima registrou os prehistoricos. Em todo o reino ficaram pois indicados trinta e tres logares com dolmens ou antas, tres com menhirs e dois com mamunhas. Nada mais! Estão portanto officialmente inventariados tres menhirs e todos no concelho de Villa Velha do Rodam, um em Fantel, outro em Monte Fidalgo e o terceiro na ribeira de Alcafalla.

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«(...) Um menir é um monumento constituído por um monólito, mais ou menos oblongo, cravado verticalmente no solo e com dimensões muito variáveis. A matéria prima no que diz respeito aos menires portugueses, é constituída exclusivamente por granitos ou rochas granitóides, excepto os do Algarve, nos quais foram sistematicamente utilizados os calcários ou o grés (...)».
Por Manuel Calado
CALADO, M. (1993) – Menires, alinhamentos e cromlechs. In: MEDINA, J. (ed.) - História de Portugal, vol. 1 (coordenado por Victor S. Gonçalves), p. 294. Lisboa: Ediclube.

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(inventário em actualização)

Os menires da Península Ibérica são uns “ilustres desconhecidos”, em comparação com outras reconhecidas regiões megalíticas europeias ou com outros géneros de monumentos da Pré-história peninsular. Uma das razões que podemos apontar para a sua discrição reside, desde logo, no facto de, na sua esmagadora maioria, os menires se encontrarem tombados ou danificados desde épocas antigas, sendo, por isso, muito difíceis de identificar por não especialistas. Por outro lado, mesmo depois de identificados os primeiros e raros exemplares, ainda no séc. XIX, foi apenas nos anos setenta do séc. XX que os monumentos mais complexos e melhor conservados começam a ser divulgados, resultando num progressivo boom de descoberta de novos sítios meníricos. Também foi só por esta altura que se começou a esboçar uma ainda primitiva noção da importância, personalidade e individualidade das principais regiões meníricas peninsulares.
Partindo dos dados actualmente disponíveis, torna-se possível agrupar os menires ibéricos em cinco grandes regiões, com características mais ou menos coerentes, embora, naturalmente, passíveis de subdivisões internas por critérios geográficos, tipológicos e/ou cronológicos: o Algarve (sobretudo o Algarve Ocidental); o Alentejo (com uma concentração notória no Alentejo Central); o Noroeste Peninsular (Centro e Norte de Portugal e Galiza), a Cornija Cantábrica e os Pirineus Ocidentais (Astúrias, Cantábria, Palencia, Burgos e País Basco); e a Catalunha.
Hoje podemos afirmar, sem margem para dúvida, que é no Sul de Portugal (Alentejo Central e Algarve Ocidental) que existem as maiores concentrações de menires da Península Ibérica, em termos de dimensão dos monólitos, quantidade e complexidade dos conjuntos.
Os menires do Algarve, particularmente, têm vindo a revelar-se, com base na informação já produzida, como um conjunto claramente individualizado no contexto da Península Ibérica, designadamente no que respeita às sua características morfológicas, ao suporte material (o calcário e o grés em oposição ao recorrente granito das demais regiões) e à decoração observada. Mesmo descontando as limitações, deficiências e circunstâncias da história e da geografia da investigação, parece evidente um preferencial grau de relação destes monumentos com a paisagem Ocidental da costa algarvia, sobretudo com a “finisterra sagrada” de Sagres.
Em termos regionais, estes menires apresentam uma marcada concentração no extremo ocidental da província algarvia, no Barlavento, e uma progressiva rarefacção de ocidente para oriente, sendo possível definir algumas áreas de excepcional concentração, sobretudo nos concelhos de Vila do Bispo (Raposeira e Budens) e de Lagos (Bensafrim), encontrando-se assinalados, um pouco por todo o Algarve, muitos outros casos isolados: Aljezur, Monchique, Portimão, Lagoa, Silves, Albufeira, Loulé e Tavira. Esta geografia repete-se relativamente aos povoados do Neolítico Antigo/Médio – um dos aspecto de maior diferenciação do grupo menírico algarvio reside precisamente na sugestiva relação entre estes e os povoados do Neolítico Antigo/Médio.
As datas surpreendentemente antigas, obtidas em contextos meníricos algarvios pelo método da OSL (Optically Stimulated Luminescence), apontam para um patamar cronológico demasiado amplo e anterior ao VI Milénio a.C., não podendo, por enquanto, ser aceites sem reservas. No entanto, mesmo que essas datações sejam revistas em baixa, é muito provável que os menires algarvios sejam efectivamente muito antigos, havendo, seguramente, alguns indícios que apontam nessa direcção. Particularmente importante, neste contexto geográfico, é a datação de uma estrutura de combustão junto da base do menir do Padrão (Raposeira/Vila do Bispo) – considerada de carácter ritual, aponta para meados do VI milénio a.C. Por outro lado, a presença de vestígios de habitat do Neolítico Antigo, nomeadamente cerâmicas decoradas e estruturas de combustão, em estreita associação espacial com os menires, destoa claramente do padrão observado nos menires alentejanos e, em boa verdade, na esmagadora maioria dos menires europeus; a separação sistemática entre monumentos e habitats sugere, naturalmente, uma utilização exclusivamente ritual dos monumentos, pelo que, no Algarve, poderíamos estar perante uma reutilização, como povoados, de sítios originalmente concebidos para outras funções.
Em relação às restantes áreas meníricas peninsulares, é difícil, no estado actual dos nossos conhecimentos, avançar com dados cronológicos seguros. De uma maneira geral e atendendo sobretudo às propostas publicadas, estaríamos, na maioria dos casos, perante monumentos tardios, em comparação com o panorama que parece delinear-se no Alentejo e Algarve.

Fonte bibliográfica:
CALADO, M. (2004) – Menires do Alentejo Central: Génese e Evolução da paisagem megalítica regional. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 3 vols. Lisboa: FLUL.
Outras fontes de referência:
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CALADO, D. (2000b) – Poblados com menhires del extremo SW Peninsular. Notas para su cronologia y economia. Una aproximación cuantitativa. Revista Atlántica-Mediterránea de Prehistória y Arqueologia Social, III, p. 47-97.
CALADO, D.; NIETO, J. M.; NOCETE, F. (2004) – Menires, Símbolos e organização social. O Extremo SW Peninsular. In CALADO, M. (ed.) - Sinais de Pedra. I Colóquio Internacional sobre Megalitismo e Arte Rupestre. Évora: Fundação Eugénio de Almeida.
CALADO, M. (2004) – Menires do Alentejo Central: Génese e Evolução da paisagem megalítica regional. Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 3 vols. Lisboa: FLUL.
CALADO, M; ROCHA, L. (2006) – Menires e Neolitização: história da investigação no Algarve. In Actas do 4.º Encontro de Arqueologia do Algarve. XELB.
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VEIGA, E. da (1886) – Antiguidades Monumentaes do Algarve. Tempos prehistoricos, 1. Lisboa: Imprensa Nacional.
VELHINHO, J. (2005) – Menires de Vila do Bispo – inventário/cartografia. Vila do Bispo: Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Vila do Bispo.